Modelo de Negócio baseado em Assinatura de Produtos da Adidas

A adidas entrou na onda dos serviços de assinatura de produtos com o Avenue A, por 600 dolares anuais.
Este serviço é uma espécie de curadoria de tênis, vestuário e outros equipamentos de treino, para o público feminino, com envio trimestral de um produto surpresa.
Entretanto, existe uma restrição complicada neste modelo de negócio. Se a cliente não gostar, ela não poderá realizar a devolução do item. A devolução só é permitida, por defeito ou troca de numeração. Agora imagine a expectativa e dentro da caixa… Meias?! Seria vergonhoso!
Na minha opinião, se existissem pacotes com diferentes valores, por exemplo (50, 100 ou 200), com opção de escolha da categoria de produto (calçados, vestuário ou acessórios) atrelado a valores menores que os praticados no varejo, este modelo poderia se tornar muito mais interessante.
E você toparia pagar 150 dolares por uma caixa preta surpresa?

Insight – 04 de agosto de 2016

A verdadeira discipli­na está em dizer “não­” para as oportunidad­es erradas.

Peter Drucker

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Insight – 25 de Julho de 2016


“A ESSÊNCIA DA ESTRATÉGIA É ESCOLHER O QUE NÃO FAZER”
Michael Porter – Competição (2009)
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Como ser mais eficiente no trabalho? – Fast Foward By Prof. Yuri Lazaro

Você se sente que não fez o que deveria  ao final do dia?

De que o seu dia não rendeu?

Sabia que isso é algo muito comum, sofremos com o excesso de informação e de atividades, temos que gerenciar muitas demandas (Trabalho, Família, Amigos, Escola, Conjugue, Religião, Hobbies…) e para ajudar o nosso tempo é bastante limitado.

Certa vez  escutei a seguinte frase, que me marcou bastante: “O dia do presidente dos Estados Unidos, tem as mesmas 24 horas que o seu!”

E isto é muito importante, pense comigo: A questão não é a quantidade de tarefas! E sim, como você as gerencia! No final do dia o que importa é o que você entregou, não importa como você fez ou se você delegou a alguém!

Ou seja, GTD! GET THE THINGS DONE!

Ou em bom português! Se você FEZ AS COISAS ACONTECEREM!

Hoje eu vou compartilhar uma ferramenta poderosa para melhorar a sua gestão de tempo e priorizar as suas atividades.

Sou fascinado pelo tema desde meus 12 anos quando assisti a uma palestra do Professor que ensinava a categorizar as atividades em: Urgentes, Importantes e Acidentais. Porém, hoje depois de muitas anos descobri que existiam maneiras muito melhores de trabalhar o tema.

E Hoje vou falar sobre como a MATRIZ DE EINSEHOWER pode te ajudar a ser mais produtivo!

Einsehower foi presidente dos Estados Unidos entre 1953 e 1961, lutou na primeira e segunda guerras mundiais, teve uma participação decisiva na corrida espacial e em conflitos internacionais. Mas uma das grandes contribuições de seu legado é a Matriz que ele usava para priorizar as atividades.

Para começar a categorizar uma tarefa, ela deve passar por duas peneiras:

1 – Esta tarefa é importante?

Se é importante, ela deve ser feita. Porém ela deve ser feita agora ou depois? Ai entra a segunda pergunta:

2 – Esta tarefa é urgente?

Se ela é urgente e importante, devemos fazê-la imediatamente.

Parece um pouco confuso? Que tal olharmos a matriz?

Visualmente fica muito mais fácil conseguir entender o como ela ajuda a melhorar a priorização das atividades do nosso dia-a-dia.

A minha experiência no emprego desta matriz é que nos times e orientados que utilizaram esta categorização conseguiram aumentar a sua produtividade em até 70% através do melhor gerenciamento e priorização de suas atividades.

E ai vamos começar?

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Até o Próximo!

Um grande Abraço,

Prof. Yuri Lázaro.

 

Insghts – 19 de Julho de 2016

“Se todo mundo precisa­ pensar fora da caixa­…
Talvez a caixa prec­ise ser consertada.”

Malcolm Gladwell­

#foradacaixa­
#outboxthinking­
#outboxthink­
#innovation­
#inovação­
#management­
#gestão­
#mudança­
#change­
#proposito­
#vision­
#visão­

Você é infeliz no trabalho? Você não está sozinho!

infelicidade no trabalhoÉ domingo a noite e você lembra que amanhã começa mais uma semana de trabalho! Como você se sente?

Sentiu uma Angústia, Tristeza ou Irritação?!

Saiba que você e a grande maioria da população se sentem assim!
Já parou para pensar o porquê tantas pessoas não gostam do trabalho?
Segundo a Gallup (2016) consultoria norte-americana especializada em recursos humanos, 87% dos funcionários ao redor do mundo está infeliz no trabalho. Ou seja, de maneira muito simplista, podemos dizer que 9 em cada 10 funcionários está desengajado.
Este dado é preocupante por várias questões, a primeira é a social, o trabalho é uma das principais ferramentas de contribuição para o desenvolvimento econômico e social de uma nação, logo pessoas insatisfeitas, serão menos produtivas e por consequência o país empobrece.
A segunda é a perspectiva humana, pessoas infelizes em suas funções estão mais suscetíveis a problemas e doenças de caráter psicológico, como depressão, stress, síndrome do pânico entre outras. Um exemplo disso é a cidade de São Paulo, que é o polo de trabalho no Brasil, a cidade que é considera por muitos locomotiva econômica do país.
São Paulo é também a cidade que apresenta a maior quantidade de problemas mentais do mundo, quase 30% da população apresenta algum problema. A pesquisa apontou que os transtornos de ansiedade foram os mais comuns na região metropolitana de São Paulo, cerca de 20% dos entrevistados dizem sofrer com a ansiedade. Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde (2012), que coordena a pesquisa The World Mental Health Survey Initiative, após analisar 145 mil pessoas em 28 países.
A terceira perspectiva é a empresarial, que a maioria das empresas apresenta uma miopia corporativa, e embora exista um discurso padrão de que as pessoas são o ativo mais importante, existe claramente um distanciamento entre o discurso e a realidade. Isso depende de uma série de fatores e contextos organizacionais, mas podemos perceber que a grande maioria das empresas ainda não percebeu que tem problemas com a sua força de trabalho.
Em grande parte, isto ocorre por uma miopia corporativa. Apesar de parecer óbvio, que as empresas são constituídas de pessoas, e que se estas mesmas pessoas estiverem infelizes provavelmente seu desempenho não será bom… Os Líderes dessas organizações muitas vezes insistem em concentrar esforços nos resultados e indicadores financeiros.
Conheci ao longo de minha carreira, uma grande quantidade de executivos e trabalhadores, que buscam desesperadamente no auxilio de profissionais da saúde, na grande maioria psiquiatras a solução mágica para a infelicidade através da prescrição de remédios para melhorar a desempenho e diminuir a infelicidade que estes sentem ao trabalhar. Alguns recorrem ao aconselhamento de carreira, através de coachs e psicológos, outros buscam na religião… Mas muito disso poderia ser evitado se as lideranças empresariais estivessem verdadeiramente comprometidas com o bem estar dos colaboradores no ambiente de trabalho. Ainda mais em um período de recessão como o que estamos vivendo.
Então, o que pode ser feito para reverter este quadro? Sobre a Perspectiva Pessoal.

  • Defina a sua visão de longo prazo, valores e propósito, desenhe um plano com datas para realizar ações que te levarão mais próximo do seu objetivo;
  • Procure uma organização que esteja alinhada com os seus valores e propósitos pessoais;
  • A culpa é 50% da empresa e 50% sua, então ao invés de culpa-la é mais fácil buscar uma nova organização para colaborar;
  • Enquanto você não faz a transição prepare-se para a mudança através de cursos que deixaram você mais preparado, realize trabalho voluntário, invista em relacionamentos que podem te auxiliar em uma recolocação, atualize seu perfil no linkedin e mapeie constantemente o mercado;
  • Vale lembrar que todos os ofícios tem problemas, até aqueles que parecem mais prazerosos tem seus dias ruins, então, aproveite para desenvolver a resiliência e faça uma analise critica para ver se você está realmente infeliz na organização ou se é algo momentâneo.
    Lembrando que isto não é uma receita de bolo, são só algumas dicas que podem

Então, o que pode ser feito para reverter este quadro? Sobre a Perspectiva Empresarial:

  • A organização deve entender que é importante identificar como o trabalhador percebe e enxerga o seu trabalho;
  • Sensibilizar através de treinamento e comunicação as lideranças sobre a importância de temas como: Qualidade de Vida no Trabalho, Engajamento, Work Balance, Alinhamento de Propósitos e Valores entre Empresa e os Colaboradores;
  • Realizar uma pesquisa de clima robusta, que aponte a percepção da força de trabalho sobre a empresa, bem como os principais problemas;
  • Buscar o comprometimento formal dos líderes em iniciativas e projetos de melhoria do clima organizacional, através do emprego de novas abordagens, modelos gestão e design de funções em um trabalho conjunto entre diversos especialistas em processos e recursos humanos;
  • Monitorar continuamente o clima, para verificar se as ações surtiram efeito.

Embora pareça algo simples, estas iniciativas quando bem concebidas são complexas, demandam tempo e uma mudança cultural que deve partir da conselho da empresa, presidência e diretorias até chegar no chão de fábrica. Ou seja, para começar é essencial o comprometimento da alta liderança.
Além disso, é importante destacar, que não existe uma receita de bolo, existem muitas ferramentas e abordagens que podem ser empregadas para uma melhoria efetiva do clima organizacional e do engajamento dos colaboradores, porém cada uma delas deve levar em consideração o contexto, o momento e o setor da organização.
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Tem sugestões de temas que você gostaria de ver nos próximos posts? Comente este post!
Até Mais!
Um forte abraço e uma ótima semana!
Prof. Yuri Lázaro

Insights – 16 de Julho de 2016

 

Se déssemos ouvidos a nosso intelecto…
Nunca teríamos um caso de amor.
Nunca teríamos uma amizade.
Nunca entraríamos num negócio, porque seríamos céticos demais.
Bem, isso é tolice!

Temos que saltar de penhascos o tempo todo e construir nossas asas durante a decida.

Annie Dillard – Escritora Norte Americana ganhadora do prêmio Pulitzer em não ficção.

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Insights – 14 de Julho de 2016

“Se as suas aspirações não forem maiores do que seus recursos, você não é um empreendedor.”

C.K. PRAHALAD (2009) #empreendedorismo #management#gestao #desafios #business